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Quedas em bebês e crianças: como agir quando elas acontecem e como preveni-las?

By setembro 20, 2019dezembro 14th, 2019No Comments

Ah, que emoção ver os bebês dando os primeiros passinhos, não é mesmo? Corpinhos aparentemente tão frágeis já capazes de ficar em pé e até se movimentar sem apoios. Não há dúvidas de que isso representa um grande marco no desenvolvimento motor dos pequenos. Mas junto com essas descobertas chegam os medos dos pais relacionados as consequências das quedas em bebês e crianças.

Contudo, junto com as primeiras tentativas de comandar as próprias pernas a partir de movimentos descontrolados e sem muita firmeza, vêm também as quedas. Apesar de serem por vezes quedas inofensivas, existem quedas que podem provocar lesões mais sérias, e os pais estão certos em se preocupar.

Sendo assim, vamos falar um pouco sobre como agir quando uma grave acontece e também como prevenir acidentes sérios durante os primeiros passos do bebê.

Toda queda é grave?

Não! Da próxima vez que ouvir alguém dizer que “Cair faz parte da vida” saiba que isso não é um clichê furado, nem um consolo – ao menos quando o assunto é o aprendizado dos bebês.

A própria Organização Mundial da Saúde (OMS) explica que esses pequenos tombos são essenciais nos primeiros passos, pois servem de guia para o bebê saber quando a sua caminhada está, ou não, melhorando. No entanto, é preciso ter cuidado.

Quando não são tomadas as medidas de segurança adequadas, ao menos para minimizá-las ou torná-las seguras, as quedas também podem sim ser perigosas como veremos adiante.

Como evitar que as quedas sejam graves?

Caminhar perto de escadas, escorregar em pisos lisos demais, bater a cabeça em quinas de mesa desprotegidas… Apesar de parecer óbvio que esse tipo de ambiente deva ser evitado, todas essas situações são muito comuns e acontecem com uma frequência mais alta do que você pode imaginar.

De acordo com dados do Sistema Único de Saúde (SUS) em conjunto com o Ministério da Saúde, as quedas são a principal causa de atendimento de crianças de 0 a 9 anos nas unidades de urgência da saúde pública. Um dado realmente preocupante.

Por isso, os pais devem estar atentos a medidas de segurança recomendadas pelos órgãos de saúde e especialistas no assunto, pois elas são capazes de evitar que um pequeno tombo venha a se transformar em um acidente sério. Listamos essas medidas a seguir:

  • Supervisão constante

Por mais óbvia que possa ser, a “Supervisão constante” ainda é negligenciada por muitos pais e responsáveis, mesmo em lugares que são obviamente arriscados para crianças, como áreas de piscina.

Aqui é possível até citar um exemplo da vida real que recentemente foi amplamente divulgado pelos noticiários do Brasil todo. No Espírito Santo, após instantes de descuido, uma criança saiu sozinha da piscina infantil e caiu na piscina dos adultos. Por sorte, um homem notou e agiu rápido no salvamento e nada de grave aconteceu.

Esse exemplo serve para ilustrar que bastam poucos segundos sem supervisão para que algo de ruim aconteça. Por isso, é papel dos pais garantir que esses segundos não aconteçam.

  • Instalação de acessórios de segurança

A próxima recomendação é a instalação de itens desenvolvidos especialmente para evitar que móveis e partes da casa se tornem causas de acidentes. Hoje, existem no mercado diversos acessórios capazes de transformar qualquer ambiente em um ambiente realmente seguro também para os pequenos. São eles:

  • Grades em janelas

  • Grades em portas e também no acesso às escadas

  • Tatames e pisos emborrachados para reduzir o impacto do corpo contra o chão, ao menos nas áreas que os pequenos costumam ficar durante mais tempo

  • Proteção nos cantos dos móveis

  • Travas para gavetas de armários, estantes e portas de geladeira

 

Segundo Lucília Santana de Faria, coordenadora médica da UTI pediátrica do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo “É importante (…) impedir o acesso às escadas e jamais deixar bebês sozinhos em cima da cama, do sofá ou do trocador”.

  • Atenção especial ao berço

Se os pequenos já estão arriscando os primeiros passinhos é porque já sabem muito bem ficar em pé. Nessa fase, é muito comum que bebês tentem pular a grade do berço sozinhos, o que também pode causar acidentes graves.

O papel dos pais aqui é se atentar a altura da grade e, novamente, ficar de olho. Se a insistência for muito grande, talvez seja hora de repensar o móvel que o bebê usa para dormir e considerar uma cama mais baixa ou até um colchãozinho no chão. Segurança em primeiro lugar!

  • Pisos escorregadios podem ser um perigo

Apesar de lindos, alguns pisos são escorregadios demais para os pequenos em fase de aprendizado e é papel dos pais garantir a proteção necessária. Para isso, use tapetes com antiaderente, meias com antiderrapante e sapatinhos que ofereçam mais equilíbrio aos pequenos, como o Noeh.

Noeh ajuda a dar mais equilíbrio e evitar as quedas

Falando em sapatinho para bebê, Noeh é o único calçado que foi testado com bebês e certificado por doutores da área da saúde para avaliar os efeitos do uso na caminhada do seu bebê. Sendo assim, diferente de todos os outros disponíveis no mercado, Noeh é inspirado pela própria natureza e oferece os benefícios das superfícies irregulares – areia da praia, terra, gramado – para a saúde dos pezinhos dos pequenos. Um desses benefícios é o equilíbrio.

Muitos pais não sabem, mas caminhar em superfícies lisas e retas, como os pisos que temos em casa, acaba impedindo que a musculatura dos pés seja plenamente desenvolvida. Com isso, os bebês acabam caindo mais e podem até desenvolver probleminhas futuros, como a ausência do arco na planta dos pés que causa o pé chato.

Para resolver todas essas questões, e possibilitar que mesmo os bebês que vivem em áreas urbanas desfrutem dos benefícios da natureza, Noeh possui uma palmilha dinâmica, com design inspirado em superfícies naturais, para que cada bebê tenha um pedacinho particular da natureza sob os seus pés.

O que fazer quando as quedas acontecem?

A primeira orientação é manter a calma e ter sempre por perto o telefone do pediatra que faz o acompanhamento da criança ou o endereço do pronto atendimento mais próximo.

Se a criança já for maior e capaz de expressar o que está sentindo, é importante avaliar se há, ou não, a presença de reações como sonolência, desorientação, saída de líquido, vômitos, entre outros. Esses são sinais graves que devem ser informados ao médico!

A história de que a criança não pode dormir após uma queda é verdade. Afinal, quando ela dorme não é possível avaliar as suas reações, o que dificulta o diagnóstico.

Gostou das dicas sobre como prevenir e como agir diante das quedas dos pequenos? Já passou por alguma situação em que levou um susto após o bebê cair? Conte aqui nos comentários!

Referências:

Manual para evitar quedas das crianças, Revista Crescer

Saiba quando a queda da criança é grave; veja dicas de prevenção, Uol