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Em 2013, a cientista Ana Paula Lage soube que seria tia, apaixonada com a notícia, decidiu desenvolver um sapatinho para o neném que estava chegando.
Ao procurar entender como deveria ser um calçado para um pé em desenvolvimento, encontrou mais perguntas do que respostas.
A curiosidade virou pesquisa.
A pesquisa virou tecnologia.
A tecnologia foi testada, patenteada, produzida e chegou ao mercado.
E, nesse caminho, aprendemos muito mais do que desenvolver um calçado saudável.
Aprendemos a transformar problemas reais em perguntas de pesquisa — e perguntas de pesquisa em conhecimento capaz de orientar a inovação.
“Tive meu olhar direcionado ao mundo infantil quando fiquei sabendo que seria tia, em 2013! O “Joca da dindinha” transformou meu olhar para o mundo dos pequenos a ponto de mudar completamente minha trajetória profissional e acadêmica.
Eu fiquei tão feliz com a notícia que precisava retribuir de alguma forma! Apaixonada por calçados, quis fazer um sapatinho pro neném que iria chegar. Pesquisadora que sou, fui estudar sobre como deveria fazer um sapatinho, e, para minha surpresa descobri que não tem regra nenhuma pra calçado infantil, nem padrão de numeração! Assim, comecei a estudar o desenvolvimento dos pezinhos para aprender a calçar um pezinho em formação.
Dentre as várias informações científicas que acessei, fique espantada ao descobrir que 70% das crianças chegam os 7 anos tem alguma anormalidade nos pés por falta de estímulo adequado! Por isso a quantidade assustadora de adultos que sentem dores nos pés, joelhos, quadris e coluna! O pé é nossa base! Um mundo completamente novo pra mim e negligenciado pela indústria! Um problema de saúde pública que precisava ser resolvido!
Mudei meu mestrado, foquei no desenvolvimento do pé infantil! Foram 3 anos de pesquisa e desenvolvimento até nascer o NOEH! Criamos um produto único, patenteado com uma grande aderência junto a médicos e fisioterapeutas, que acompanham nossos estudos e conhecem a eficácia do NOEH no desenvolvimento infantil!
De lá pra cá, 2 mestrados, 1 doutorado, um instituto de pesquisa e desenvolvimento de produtos pediátricos… ufa! Aprendemos bastante!
O meu presente demorou bem mais que pensei, o João já estava grandão, mas a tecnologia do NOEH, está no pezinho de milhares de crianças pelo mundo!”
Dra. Ana Paula Lage
Em 2013, a cientista Ana Paula Lage soube que seria tia, apaixonada com a notícia, decidiu desenvolver um sapatinho para o neném que estava chegando.
Ao procurar entender como deveria ser um calçado para um pé em desenvolvimento, encontrou mais perguntas do que respostas.
A curiosidade virou pesquisa.
A pesquisa virou tecnologia.
A tecnologia foi testada, patenteada, produzida e chegou ao mercado.
E, nesse caminho, aprendemos muito mais do que desenvolver um calçado saudável.
Aprendemos a transformar problemas reais em perguntas de pesquisa — e perguntas de pesquisa em conhecimento capaz de orientar a inovação.
Vídeo gravado em 2016, após os resultados dos primeiros testes da NOEH na UFMG.
“Tive meu olhar direcionado ao mundo infantil quando fiquei sabendo que seria tia, em 2013! O “Joca da dindinha” transformou meu olhar para o mundo dos pequenos a ponto de mudar completamente minha trajetória profissional e acadêmica.
Eu fiquei tão feliz com a notícia que precisava retribuir de alguma forma! Apaixonada por calçados, quis fazer um sapatinho pro neném que iria chegar. Pesquisadora que sou, fui estudar sobre como deveria fazer um sapatinho, e, para minha surpresa descobri que não tem regra nenhuma pra calçado infantil, nem padrão de numeração! Assim, comecei a estudar o desenvolvimento dos pezinhos para aprender a calçar um pezinho em formação.
Dentre as várias informações científicas que acessei, fique espantada ao descobrir que 70% das crianças chegam os 7 anos tem alguma anormalidade nos pés por falta de estímulo adequado! Por isso a quantidade assustadora de adultos que sentem dores nos pés, joelhos, quadris e coluna! O pé é nossa base! Um mundo completamente novo pra mim e negligenciado pela indústria! Um problema de saúde pública que precisava ser resolvido!
Mudei meu mestrado, foquei no desenvolvimento do pé infantil! Foram 3 anos de pesquisa e desenvolvimento até nascer o NOEH! Criamos um produto único, patenteado com uma grande aderência junto a médicos e fisioterapeutas, que acompanham nossos estudos e conhecem a eficácia do NOEH no desenvolvimento infantil!
De lá pra cá, 2 mestrados, 1 doutorado, um instituto de pesquisa e desenvolvimento de produtos pediátricos… ufa! Aprendemos bastante!
O meu presente demorou bem mais que pensei, o João já estava grandão, mas a tecnologia do NOEH, está no pezinho de milhares de crianças pelo mundo!”
Dra. Ana Paula Lage
O único sapatinho que estimula sua criança a ter mais segurança e equilíbrio nos movimentos, além de pezinhos saudáveis por toda a vida.
Vídeo gravado em 2016, após os resultados dos primeiros testes da NOEH na UFMG.
Ao longo desse processo, construímos uma forma própria de trabalhar: começar pelo problema, investigar antes de propor a solução e reunir as competências certas para cada pergunta.
Pesquisa orienta a inovação -> O protótipo cria novas perguntas -> Os testes desafiam hipóteses -> O mercado devolve informação -> O conhecimento volta para a pesquisa.
Foi dessa experiência que a Anamê se consolidou como uma estrutura dedicada a transformar ciência em inovação aplicada.
Metodologia própria publicada na tese de doutorado da doutora Ana Paula Lage.
Ao longo desse processo, construímos uma forma própria de trabalhar: começar pelo problema, investigar antes de propor a solução e reunir as competências certas para cada pergunta.
Pesquisa orienta a inovação -> O protótipo cria novas perguntas -> Os testes desafiam hipóteses -> O mercado devolve informação -> O conhecimento volta para a pesquisa.
Foi dessa experiência que a Anamê se consolidou como uma estrutura dedicada a transformar ciência em inovação aplicada.
Metodologia própria publicada na tese de doutorado da doutora Ana Paula Lage.
A Anamê desenvolve e coordena projetos de P&D conectando empresas à capacidade científica de universidades, pesquisadores, profissionais de saúde e centros de pesquisa.
Construímos projetos em que a necessidade da empresa encontra a capacidade científica das universidades e centros de pesquisa.
Esse modelo permite construir projetos mais robustos, acessar conhecimento altamente especializado e dividir riscos inerentes ao desenvolvimento de tecnologias novas.
Já aplicamos essa forma de trabalhar em projetos próprios e em desafios de inovação de grandes empresas como Kimberly-Clark e Natura &Co, além de projetos desenvolvidos em colaboração com universidades e apoiados por instituições como CNPq, FAPEMIG e FINEP.
Traz o problema, a oportunidade de mercado e a possibilidade de aplicação.
Estrutura o projeto, define estratégia científica, conecta competências, coordena execução de P&D e traduz os resultados em direcionamentos aplicáveis.
Contribuem com pesquisadores, laboratórios, métodos, conhecimento especializado e infraestrutura científica.
Quando aplicável, estruturamos projetos capazes de acessar instrumentos públicos e privados de financiamento à pesquisa e desenvolvimento.
A Anamê desenvolve e coordena projetos de P&D conectando empresas à capacidade científica de universidades, pesquisadores, profissionais de saúde e centros de pesquisa.
Construímos projetos em que a necessidade da empresa encontra a capacidade científica das universidades e centros de pesquisa.
Esse modelo permite construir projetos mais robustos, acessar conhecimento altamente especializado e dividir riscos inerentes ao desenvolvimento de tecnologias novas.
Já aplicamos essa forma de trabalhar em projetos próprios e em desafios de inovação de grandes empresas como Kimberly-Clark e Natura &Co, além de projetos desenvolvidos em colaboração com universidades e apoiados por instituições como CNPq, FAPEMIG e FINEP.
Traz o problema, a oportunidade de mercado e a possibilidade de aplicação.
Estrutura o projeto, define estratégia científica, conecta competências, coordena execução de P&D e traduz os resultados em direcionamentos aplicáveis.
Contribuem com pesquisadores, laboratórios, métodos, conhecimento especializado e infraestrutura científica.
Quando aplicável, estruturamos projetos capazes de acessar instrumentos públicos e privados de financiamento à pesquisa e desenvolvimento.
A Anamê é liderada pela Doutora Ana Paula Lage, designer, pesquisadora e estrategista de inovação.
Sua trajetória foi construída na fronteira entre ciência, produto e mercado: entender problemas complexos em saúde, transformá-los em perguntas investigáveis e conduzir o caminho até uma aplicação possível.
Foi assim com a NOEH. E é assim que trabalhamos com novos projetos.
PODEMOS AJUDAR SUA EMPRESA A:
INVESTIGAR
Entender o que a ciência já sabe, identificar lacunas e formular as perguntas certas.
ESTRUTURAR P&D
Transformar uma oportunidade em objetivos, metodologia, equipe, parceiros e plano de execução.
TESTAR E VALIDAR
Avaliar produtos, tecnologias e hipóteses para entender se entregam, na prática, aquilo para o qual foram criados.
GERAR EVIDÊNCIAS
Medir efeitos, comparar alternativas e identificar quais características realmente interferem no resultado.
DESENVOLVER NOVAS SOLUÇÕES
Quando a resposta ainda não existe, estruturar e coordenar o desenvolvimento de conceitos, tecnologias e protótipos.
CONECTAR COMPETÊNCIAS
Reunir universidades, laboratórios, pesquisadores e especialistas adequados a cada desafio.
ORIENTAR O DESENVOLVIMENTO
Traduzir os resultados da pesquisa em requisitos, critérios e diretrizes para as equipes de produto, engenharia, design ou P&D.
ESTRUTURAR FOMENTO
Construir projetos colaborativos entre empresas, ICTs e mecanismos públicos ou privados de financiamento à inovação.